sábado, 18 de janeiro de 2014

# A batalha do Apocalipse - Impressões


Então... Depois de um bom tempo, eu terminei de ler o livro "A Batalha do Apocalipse... No começo, estava bem animada, por ter anjos, arcanjos, entre outros elementos miticos que eu acho interessante. Eu sempre demoro de ler alguns livros, principalmente um que tem ~590 páginas... Às vezes leio e releio, gosto de analisar um pouco, ou por que tem dias que eu simplesmente não estou afim de ler o livro.  Bom, Não sei fazer muito bem resenhas críticas, mas vou tentar resumir as impressões que eu tive dessa obra de Eduardo Spohr.

Eu estava bem animada com o livro, pois só recebi elogios, o colega que me indicou, disse que foi o melhor que ele já leu. Nesse ponto não posso concordar, é uma obra interessante, mas não a melhor, na minha - humilde - opinião. 
O livro tem como personagem principal, Ablon, um anjo renegado, um querubim ( anjos guerreiros) que por não aceitar as atrocidades cometidas pelos Arcanjos contra os humanos, juntou-se a mais 17 querubins, para "enfrentar" o Príncipe dos Anjos, O Arcanjo "Miguel". Mas, a conspiração não deu certo, pois eles foram denunciados por Lúcifer, o Arcanjo Sombrio (adorava ele ♥) e acabaram expulsos do céu, condenados a nunca poder voltar lá. 
Os Anjos Renegados, primeiramente, ficaram juntos na "Haled" ( A nossa Terra), mas depois decidiram se separar, para não serem descobertos e mortos todos de uma vez. Mas, todos acabam morrendo ao longo dos anos, e só sobra Ablon.
O Anjo Renegado caminha sozinho, rumando no mundo, aprendendo sobre os humanos, suas obras, línguas e páh. Na antiga "Babilônia", ele encontra Shamira, uma bela feiticeira, e começam uma florida "amizade". A partir daí, quase tudo que ele faz é para salvar a sua "amiga".
O livro segue alternando entre os últimos dia do mundo, ao soar das 7 trombetas, e os flashbacks cansativos às vezes — Alguns bem desnecessários, e o que me incomodou bastante, é que em alguns Flashbacks eram narrados em 1ª pessoa e depois, do nada, ele já passa para 3ª pessoa, já no presente.  
Outro ponto negativo também, é que o Ablon é como alguns heróis de animes, é cheio de "protagonimo" — super fortes (ele matou um líder querubim,o arcanjo Miguel, matou uma legião de anjos sozinho, apenas com uma espada, e sobreviveu milênios enfrentando todos os perigos possíveis e alguns outros pontos intrigantes que não me lembro agora.) Sei que ele era um anjo, cheio de bravura, heroismo, mas para tudo há um limite... 
Bom, entre as coisas que eu curti no livro, está a redenção de Gabriel, que era um arcanjo assassino e depois de ter "Jesus" ( sim, Jesus é filho de Gabriel no livro) e ao conhecer o amor através de Maria e "A criança iluminada", se volta para o "bem" e resolve pegar os ideais dos "renegados" e preparar seu exercito para enfrentar Miguel, um louco que se achava "herdeiro de Deus". Deus também é uma figura interessante no livro, ele, depois de fazer o universo, durante os seis dias, primeiramente sabemos que ele "adormeceu" pois estava muito cansado, mas na verdade, Deus dissipou sua "essência" para formar a "alma" dos humanos. O sétimo dia, se estende até o final do mundo, o "Apocalipse". O mesmo fez Gabriel (não gostei disso, pois ele era um dos meus favoritos do livro), dissipou sua essência para estar em "harmonia" com o -cosmos,e entregou seu exercito a Ablon, o todo poderoso. Sinceramente, não gostava muito dessa estima toda por Ablon, ele não fazia nada de muito interessante.  Apreciava muito também a lábia de Lúcifer( vilões sempre me encantam), que depois da expulsão dos renegados, fez sua própria revolta, mas acabou caindo no "Sheol" (Inferno) e criou seu "reinado" por lá. Gostei bastante dos personagens, Flor-do-leste, uma chinesinha curandeira, que salvou a vida de Ablon umas duas vezes; Aziel, um ishim ( anjos que controlam elementos), que era um fofo — no livro o autor descrevia-o como um pequeno anjo de cabelos longos negros, eu já fantasiava um menino lindo ♥ ; e também o Orion, antigo rei a Atlântida, grande amigo de Ablon, era um dos grandes duques do inferno, mas tinha um bom coração. 
Em suma, "A batalha do Apocalipse", é um livro interessante, porém, em alguns pontos, bem cansativo. Tem seus defeitos, mas algumas coisas são bem legais no livro. Dou uma notinha 7,0... 

Nunca mais eu li um livro teórico, e, para minha sorte, minha irmã trouxe um sobre Filosofia Oriental, que eu vou começar a ler agora :)




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