sábado, 18 de janeiro de 2014

- No escuro sem fim



Com os olhos vendados,
Lágrimas rolando soltas e quentes
O destino, com sua frieza
Pousou suas mãos sobre meus olhos
Selando a minha vida, no poço sem fim
Gemidos surdos saiam da minha boca
Tentava gritar, mas não ouvia nenhum som
Meus músculos enfraqueceram
Sentir as pulsações do meu coração
Diminuir...Diminuir...
Até que meus olhos falharam 
E as pálpebras fecharam 
Nenhuma vibração, nem voz, som.
Apenas o desespero
A fúria, a cólera de alguém
Que foi massacrado por si mesmo.


A nova cor do blog remete a como eu me sinto agora... O cinza.. Por dentro estou assim.. Pálida, sem muito o que me agarrar.. Agora eu sei, meus templates serão de acordo com as minhas oscilações de humor. Com certeza se eu estivesse melhor amanhã ( que eu sei que não estarei .-.) Botaria algo mais claro, uma verde água ou azul celeste... Cores vivas. Mas, por enquanto ficará essa. :/    
Meus poemas estão cada vez mais mórbidos, não sei direito o que está acontecendo comigo. ._.

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desculpe, querida

desculpe, querida se minhas palavras são incontidas se meu toque te abomina se o meu sorriso e o meu corpo não são o suficient...