quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

- A noite


O alaranjado dos céus denunciam
A chegada da noite; tempestuosa,
Assim, toda minha linha de vida.
Os pássaros se adiantam e,
Recolhem-se, no ar.
- Voltam para seus ninhos
Dispersam ao sentirem minha aura,
Dispersa-se a natureza de bonança
Dispersa-se o destino que eu via,
Pávidos, com o frio, da minha aura.
Meus verdes olhos, perdem-se
O seu antigo brilho, lumioso, de criança
Abatem-se, onde está minha criança?
Ela também se perdeu na noite?
Ela chora, no seu antigo leito,
Ela corre, não sabe como criar a luz.
Há algum perigo, bem ali, na luz?
A criança pede o seu amor, onde está,
- Onde está? A noite o levou, talvez?
E, assim, as sombras seguem...
A tempestade se esvai...
A aura, vazia,
A luz do sol nunca fora tão ferina.


E se eu disser que esse poema é inspirado em um projeto meu? Sim, sim *-*



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