quarta-feira, 10 de junho de 2015

perfume.

 
"Só abria os olhos sob o luar. O luar ignorava as cores e apenas desenhava vagamente os contornos do terreno. Cobria o país com uma camada de um cinzento-sujo e, durante a noite, asfixiava a vida. Este mundo semelhante a um molde de chumbo, onde nada se mexia à excepção do vento que, por vezes, agitava as florestas cinzentas e onde apenas existiam os odores da terra nua, era o único mundo que ele aceitava, dado parecer-se com o mundo da sua alma."
 Perfume: A História de um assassino, Patrick Süskind.

Fragmento do livro que estou apreciando... Provavelmente, farei um post sobre ele! :)




Um comentário:

meio a meio

Nunca tive cara de nova, muito menos de mais velha, sempre um meio a meio... Ou uma normalidade insossa. Minhas palavras nunca ...