segunda-feira, 20 de julho de 2015

inverdades.



Eles falam, falam... Mas,
O que tanto dizem?
Vejo risos entre dentes
Palavras soltas,
gestos estranhos
e de nada entendo.
Às apareço dentro desta roda
Mas talvez não esteja lá, não sei
Dos abraços nada sinto
Os beijinhos ao vento,
parecem apenas gestos de mimo.
Talvez seja melhor sorrir e se afastar,
Abraçar e correr; de fininho.
"como quem não quer nada."
Não acredito mais nos brilhos destes olhos
Há muitas inverdades aí dentro.

 


2 comentários:

  1. Se as mentiras que engole alimentassem, não haveria mais fome neste mundo.
    GK

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