terça-feira, 11 de agosto de 2015

desnude.


À luz da lua,
Eu me deitei sobre a areia
Cada verso perpassando o meu corpo,
Acaricia estes poros
Estou nu.
E você ali, acima das rochas que brigam com o mar
Vislumbra-me
Em uma completude que insisto guardar
Apenas a lua era minha confidente
E, em cada verso,
descobre-me como flashes
Sabe agora de tudo que se choca dentro de mim.
Prometa, menino:
Permanecerá calado quando a lua se por.
E eu poderia sorrir e te tocar
Como se o momento só pertencesse ao luar.

 

2 comentários:

Linguagem do corpo

Os olhos voltados pra cima A boca seca Os lábios trêmulos  Os dedos que se fecham Meu corpo denuncia O que a palavra não r...