quarta-feira, 19 de agosto de 2015

.enquanto eu espero...


Eu sei o quanto cansa
Penso, às vezes que deveria ir embora
para algum lugar onde não pudesse mais Ver,
           Sentir; Sonhar
Mas, ainda me querem aqui 
Não posso ser tão egoísta,
Deixo meu intimo desejo
           (que também me traz medo)
Bem no fundo.
Todos os dias levanto-me pensando nas horas a correr
Nada feito, não me engano
Arrasto meus passos pelas ruas,
na certeza infame que lá vem mais tropeços.
E que ainda sou jovem, devo aprender....
E então eu espero.
          Choro
          Não fujo,
Quero ter a dureza de seguir, mas
Volto meu olhar para dentro,
E vejo o sangue a esfriar...
          (Pedindo liberdade)
Não sei se fico,
Faleço
Ou jogo tudo ao precipício e, novamente,
Espero o desfecho...
O tempo nos odeia.


2 comentários:

  1. O tempo se tem. Nós temos pressa... Mas é preciso ver "tudo que existe para ser visto em nós" antes de escolher...

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    1. a autoanalise é a melhor alternativa... mas a pressa incomoda.

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Chamam meu nome?

Entendo aquele olhar Chamam meu nome lá fora? Entendo aquele toque Chamam meu nome lá fora? Não há futuro para mim aqui dentro Não...