sexta-feira, 7 de agosto de 2015

linhas, cordas e nós.




Vejo as histórias jogadas ao léu
Não quero mais olhar estes borrões
Entristecem-me,
matam-me, aqui.
não olhe para trás! está tudo em branco
siga, em frente,
mas continua a ser tudo tão turvo
parece que a vida me quer cambaleante,
andando sobre cordas - a ponto de um desastre.
os nós de trás ainda tentam me agarrar, 
continue -  tudo está em branco.
não olhe para trás!
agora, estou no meio,
temo os começos,
penso e estremeço no fim...



4 comentários:

  1. Se muito já não há do que ontem era para sempre, bastante ainda resta do que desde então nunca mais.
    GK

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  2. Você escolhe as palavras que me comovem e tocam. Tua poesia é encarnada para mim!

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    Respostas
    1. Fico lisonjeada, Iaceê! Comover alguém, fazendo o que amo é maravilhoso! :)

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Nunca tive cara de nova, muito menos de mais velha, sempre um meio a meio... Ou uma normalidade insossa. Minhas palavras nunca ...