sábado, 29 de agosto de 2015

lua sangrenta.


Eu não odeio
Não amo
Não sinto
Não quero!
Sangue suam pelas veias,
enchem os meus olhos!
Sinto o que nego, espanto demais!
As pessoas me chamam
Eu me afasto
E culpo
A mim, você e tudo...!
Tenho vontades insanas
Quero morrer e te levo comigo.
Não é a noite,
Mas a beleza ainda esta aqui
E eu quero destruí-la ate a ultima gota
Não amo a feiura, nem a tristeza
muito menos a beleza!
E não amo ninguém.
Pois, deuses não amam ninguém.
Vivo entre as nuvens
E tu clamas por mim
Vou me ferir e te levo comigo!
Não sei quem é você,
Estou imerso em mim mesmo
E minha loucura fascina
Culpo a todos por isso e rasgo o mundo!
DEUSES NÃO AMAM NINGUÉM!


não me perdoo pela violência, mas era o meu momento. 
em certas loucuras, a poesia me doma.


Um comentário:

  1. Vem voraz e fervente a insana violência das ambas vertentes da humana ambivalência.
    GK

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