quarta-feira, 5 de agosto de 2015

.super-heroi



Sonhos de infância
Vislumbres de superpoderes
Terras distantes,
Gente grande de dia, heróis à noite.
Sonhos de infância -  nunca morrem
Já quis bola de cristal
Varinha de condão
E soltar raios pelas mãos
Ser super-herói quando bem quisesse
Voar sobre as cidades
Quebrar os montes,
E sair, triunfante,
De toda batalha - dia após dia.
Viajamos nestas peripécias
Seja porque queremos manipular
 (O Futuro)
Saber de tudo
Deter, sem medo,
Os monstros que nos afligem
Naquela mania tão nossa
De sermos possuidores de tudo

2 comentários:

meio a meio

Nunca tive cara de nova, muito menos de mais velha, sempre um meio a meio... Ou uma normalidade insossa. Minhas palavras nunca ...