sábado, 26 de setembro de 2015

.insisto... ao infinito inferno.



O caminho parece tão curto
E estamos no infinito,
Dentro do limiar dos nossos olhares
Aqui, sobre o teu colo
Chamo-me menino em garras de lobo
Deixo aquelas mãos pesadas caírem
E o momento não se finda
Não adianta.
Eu adoro isso.
Essas mãos que me fartam
Arranham
Pegam-me de todo jeito
Talvez seja bruto, aja como um algoz e
Seu prisioneiro, no infinito dos teus olhos.
Mas eu permito,
Insisto! Ah! Como insisto,
Não nego...
Enfrentar a tentação dos prazeres
A linha tênue
Entre a vergonha e o despudor
A vergonha não me leva a nada
Então,  condeno-me ao teu infindo inferno.


2 comentários:

O estranho

Todas as noites Uma névoa de letras E palavras soltas Entre nós e caminhos Feitos e desfeitos Debatem entre si E nesta pe...