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Mostrando postagens de Outubro, 2015

desencanto.

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sua voz é um canto desagradável não gosto de tê-lo aqui, por favor, este sorriso não pertenci a ti sinto que seus olhos riem de mim talvez, seja desprezo e eu não consigo me acostumar. tuas palavras sempre são amargas nem parecemos do mesmo espaço criados pelos mesmos braços. quando estás ao meu lado, em casa, a noite parece tão estranha sinto que tentas me provocar a todo instante sinto que queres tomar minha vida, meus passos, como se minhas entranhas te pertencessem. queria me afastar de ti, sair desse cruzamento... vou, mais uma vez, esconder os sorrisos engolir este amargo olhar em teus olhos e tentar esquecer do nosso sangue.

Dias fugazes... Fatos que permanecem.

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isso tudo é muito pessoal. 
        Eu sempre me achei muito bem resolvida com essa Situação. Não queria falar isso aqui [ de novo ] mas mexeram em minhas feridas e, novamente, preciso jogar-me um pouco. Passam-se os dias e eu me negligenciei bastante, mas será que eu deveria me importar tanto? O amor, a paixão.... O que seria isso? Anteontem me perguntaram com quantos eu me relacionei. Eu virei meu rosto como se quisesse dizer: Isso não diz respeito a você. E, realmente, não diz! Sério! Mas, certas pessoas não entendem que alguns assuntos não são pertinentes ou, podem machucar, mesmo que em tons de brincadeira. [essas, geralmente, são as piores.] eu ouvi os comentários, questionavam.... Mas, fingi que não ouvia. Mergulhei na folha cheia de letras embaralhadas à minha frente e passei-me de resolvida. Acabou.
        Mas, aquilo, lá, lá no fundo. Veio à tona repentinamente.... E eu, enfim, não chorei [ quantos dias não faço isso? Preciso.] mas, pensei... Esqueci. Bloqueei,…

Esconderijo.

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Não consigo mais chorar Há quantos dias eu não sei mais o que é isso?  Preciso! Os dias passam e eu não vejo um segundo Mas, como, dizem não é o tempo. somos nós.  E, agora, sozinho Nesta noite tão cheia de mim, sim, eu posso gritar
Posso me sentir mal
Insisto em digerir alguns venenos Eles me atingiram; eu me sinto mal Mas, ninguém pode saber. Tudo cessa, assim que eu me deito Então, treino os sorrisos Dito as palavras para forjá-las amanhã Fecho os olhos e, preparo forças para esconder-me deles novamente.

Não te conheço mais.

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Depois de alguns anos
Eu volto ao teu campo de visão
E, então, também consigo te enxergar
Melhor do que antes
Entristeço-me ao te ver tão longe, menino
Longe de mim
Longe do mundo....
Tão disperso de tudo
Que mal te fizeram?
De longe, pude te ver
Mas, não sei mais sorrir
Direcionar-me a você
Sem me lembrar da nossa quase
Irmandade
Talvez, eu não saiba mais o que
É Amar você
Não te conheço mais...
Apesar de que ainda dói.
Clamarão que sou indiferente
Insistirão que devo ir até você novamente
Minha tentativas
Já não me dão tantas esperanças
Da tanto falhar
Cansei.
Sei que deve estar mergulhado em estranhos lugares
Que te levaram a crer serem reais
Mas, eu não sei mais como te apanhar
Tudo sempre perecerá longe de mim....

Conto: O Rouxinol e a Rosa - Oscar Wilde

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O Rouxinol e a Rosa - Oscar Wilde “- Ela disse que dançaria comigo se eu lhe trouxesse rosas vermelhas – lastimou-se o jovem Estudante -, porém em todo o meu jardim não existe uma única rosa vermelha.

De seu ninho no grande carvalho o Rouxinol ouviu-o, olhou por entre as folhagens e ficou pensando.
– Nem uma única rosa vermelha em todo meu jardim! – chorou o Estudante, e seus lindos olhos ficaram marejados de lágrimas. – Ai, como a felicidade depende de pequenas coisas! Já li tudo que escreveram os homens mas sábios, conheço todos os segredos da filosofia, mas por falta de uma rosa vermelha minha vida está desgraçada.
– Finalmente encontro um verdadeiro amante – disse o Rouxinol. – Tenho cantado esse ser noite após noite, mesmo sem conhecê-lo: noite após noite contei sua história às estrelas, e só agora o encontrei. Seus cabelos são escuros como a flor de jacinto, e seus lábios rubros como a rosa de seus desejos, porém a paixão tornou seu rosto pálido como marfim e a tristeza selou su…

.azul

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Quando pequena O azul me repugnava disseram-me: "é cor de menino" "é cor de menino" E eu chorava -  mal sabia! Que era uma cor de tanta calma Mas, para mim, menina não usava. Aprendi a olhar o céu pela manhã A lua, branca, ainda sem se por E ver esta tímida cor Fria, calma... Chama-me para o dia! Hoje o céu estava sem nuvens E em um infinito azul-celeste, eu me perdi Perdoem-me... Não queria mais sair dali. Azul tem a alma mais fria, Transborda minha calma.. A minha melancolia...

.quem?

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A rota daquele transporte sempre foi longa  - mas, hoje, parecia duas vezes mais Foram tantas Tantas Tantas Questões! Meu rosto a refletir no vidro A noite parecia misturar-se à minha face Talvez eu precisasse conversar Mas, quem liga? Preciso ir para casa Quero minha cama... Uma situação, Uma palavra. Quem sabe eu precise chorar um pouco... Derramar um tantinho de mim Mas, quem liga? Por que alguém deveria se importar? Sei que já escrevi muito a dor, Já li muitas palavras de amor Mas, acredito que a dor é um pouco mais sincera. Eu desperto, estou sorrindo... Para mim mesma. Talvez eu precise ir para casa Tirar aquele sono bom... Eu não espero o amanhã Eu nem deveria estar aqui agora, Escrevendo, tecendo a dor. Mas, quem liga? Talvez eu deva parar agora Estou cansada, Eu te canso... Eu me canso. Já estou em casa. E ainda não posso chorar. Mas, quem liga?

.palidez

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Sim, eu posso me inundar de clichês. Na verdade, sempre sou um pouco clichê [quem sabe um tanto mais?]. Escrevo "linhas tortas" o tempo inteiro. Leio aqueles textos de melodramas, eles me parecem todos em ciclos - em um mesmo ponto: Mas, eu me reconheço. Esses problemas comuns que nunca fogem de mim, mas eu os encaro com tanta indiferença. Temo um dia não mais poder chorar. Sem sentir. Amo, mas não tanto quanto deveria. Sorrisos não mais me satisfazem... O corpo não se deixa dominar... Cada instante, mais "cinzas". Estou aqui, agora, como se o tempo não passasse. Refletindo meus clichês, de olhos bem abertos, uma xícara de café ao meu lado. Os pensamentos fluem e eu estabilizo. Eu volto [sempre] para o "mesmo ponto".
Posso, talvez, pincelar um "reinvente-se" ou "sorria". Reforçar-me. Mas, canso dos clichês. Minha vida é movida por não sei qual força. Talvez sejam essas palavras, ou algo que eu jamais vou encontrar aqui dentr…

Continuo a correr..

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Eu corro o tempo inteiro Eles riem... Riem! E eu... Entristeço-me? Não, não estou triste...  Nem tampouco feliz Estou aqui, insistindo, Na verdade,  falta-me lograr este caminho E eu sei, que poderia agarra-lo Mas, não posso Então permaneço. Sei que já escrevi E li a liberdade  Ela parece tão bonita Inspiradora Enche os olhos...  "Ah... As borboletas" Está em todas as linguas, Só que... Hoje, de tão linda, Assusta-me! Envolve-me em correntes,  enganando sua própria premissa Sobre tudo, sobre o mundo Essa tal fio da liberdade, nem os loucos - ah, livres na mente?  E eles riem.. Eles riem... E eu, continuo a correr.

vozes.

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Já passa das vinte duas horas E já não conto quantas vezes pensei partir O bloco treme me minhas mãos O som da noite - as ruas não me assustam mais Há algumas vozes aqui dentro. Não, elas não gritam  São silenciosas. Como mar calmo. De tão mansas, afrontam-me Arrastam-me por essas ondas Só elas me veem partir

Ela usa veludo vermelho....

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E hoje ela usa veludo vermelho E seu brilho continua!  Os olhares são pra sua beleza  Aplaudam-na!  Sua fúria se completa  Agora todos a veem  Em um espetáculo que só ela pode  conceber.  Evento raro,  Poderão não estar mais aqui para ve-lo novamente Saúdam -na!  Em seu traje de veludo vermelho. 

Fiz essa poesia no dia da lua de sangue e não consegui postar.. Mas, enfim.. Aqui está! She wore red velvet.. rsrsrs