quinta-feira, 19 de novembro de 2015

.espectador



Tenho olhos de águia
E minhas asas sempre estão prontas para o voo
Odeio este cinza que queima minhas retinas
E, o barulho das cidades é a sinfonia que perturba meu sono 
Estou preso à melancolia desta selva de loucos 
O nascer do sol parece tão estranho aqui...
Minhas asas não se sentem livres 
Para voar nestes ares de gases sujos
Meus olhos dourados esqueceram a beleza dos céus
Hoje, não tenho mais sede de sangue,
Era um guerreiro ávido por guerra,
Mas tudo parece tão assustador ao ver
Esses mortais cheios de egos.
Queria a gloria do jardins reais novamente...
Fui desobediente e jogaram-me aqui,
Entre os insanos - não há mundo mais estranho.
Meus olhos atentos perseguem cada passo deles
Sinto destruição em todo movimento
Sou espectador de suas ganâncias
Sei que, lá acima, os deuses de irritam.
Os Mortais querem mais que semelhança, 
Aspiram igualdade.


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