terça-feira, 17 de novembro de 2015

.ruinas



Não há mais nada no fim do caminho
Chegamos ao limite
E tudo rui, em fragmentos que somem
Na escuridão
Eu ouço vozes a gritarem bem perto de mim
Observo seus rostos,
Os olhos parecem estar em branco
Como se não quisessem ver.
Eles gritam que querem ficar!
Eu, visando o pouco,
Humana que sou,
Não quero mais voltar
O que há? Se tudo está em ruínas
Antes que pudéssemos ver,
E clamar.

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