quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

.solitário




Nem mais um som
Pode suportar essas tuas manias

Ouvi tua música
Ela me pareceu tão muda
Uma poesia solitária
Escrita em uma noite de insônia
Acredito que você nunca gostou de rimas
Ouvia - vejo lagrimas em teus olhos?
Chegastes em passo reto
Lento
Essa tua mania de não querer o choro
Minha tese fora cumprida.

Os sons foram embora
E levaram os teus passos
Os teus sentimentos 
O papel...
A caneta...
Tua poesia...
Nada restou em mim.


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desculpe, querida

desculpe, querida se minhas palavras são incontidas se meu toque te abomina se o meu sorriso e o meu corpo não são o suficient...