quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

.talvez chegue amanhã..



Nós descansamos. E o corpo, quase abatido, suspira. O mundo ao redor, cresce.

Loucura! E o que há de novo?

Sente-se aqui e escreva

Eu penso. Divago demais. Às vezes me sinto tão débil. Como se meus pés se fincassem em uma terra fria, congelasse e eu só espero o frio ir embora. E o que posso fazer? Tenho tantos instintos, devo confiar ou não?

E tremo sem poder ver o futuro. Corra, eu espero. Ansioso, como sempre. Aquele que quer ser maior que o tempo. Castigo? Castigo. Eu respiro e, às vezes, melhora. O vento, agora, nunca esteve tão forte. Este calor vem de mim ou dele? Não sei mais ao certo.

Pensamentos sobre pensamentos. Fios de espinhos que rolam, desenrolam. Pedras que rolam, levam umas as outras. Formam-se montes de absurdos – espinhos.

Dizem que são tóxicos; eu sei. E que nós podemos contê-los. Tudo bem, nós tentamos. Escreve, esmague-os. Mas, eles foram mais rápidos quando eu tentei.

Absurdos que zombam de mim. Sou eu que os sacio? Sim, sou eu. Enquanto me remexo na cama, eles me cutucam. Por todos os lados.

Estas são as minhas noites.

Depois, a mente cansa e (des)cansa. Talvez os perfumes dos ventos cheguem amanhã.

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