sábado, 9 de abril de 2016

A doce flor



Será que há quem queria uma flor solitária?
Imersa em suas cores
Possui alguns espinhos, mas chegue mais perto...
E sinta seu perfume doce.
Ela não fere ninguém
Apenas se fecha quando sente o perigo
Mas ela gosta de ser amada!
Não gosta de ver seu canteiro tão vazio
Sim, ela ama um suspirar,
as narinas a sentir seu perfume...
Os dedos ferindo-se em seus cálidos espinhos..

Tanto já chorou,
E já cantou canções de amor,
Mas nada foi tão bonito 
Para conquistar seus amores.
Ela se encanta pelos céus,
Tão azuis quanto suas finas pétalas
Muito novinhas...

E pensa:
Onde está a cura para seu estranho sentimento?


Sim, eu ainda estou fascinada por flores...

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