sábado, 23 de abril de 2016

Abraços




Em meu ritmo acelerado,
Meu coração para e sempre estou de volta,
Mesmo que breve
As grandes sombras do além-presente
Aquelas sombras tão turvas
Tão angustiantes
Abraçam-me e  eu corro, constantemente
Nada pode mudá-las
E elas permanecem aqui...
Tão turvas, cheias de mim
A perturbar-me para sempre...

Até que eu me vença,
E abrace-as de volta. 

Alguns dias fora... Estou queimando!



4 comentários:

  1. Eu tenho sempre a impressão de já ter visto, o que você diz aqui, em outra voz, com outras palavras...!

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    1. Eu quis dizer que reconheço essa sutileza, esse esgotamento do sentido na sua poesia... Que tudo isso não é estranho a mim...

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    2. Então... Fico feliz por trazer esta familiaridade a você! =)

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