segunda-feira, 6 de junho de 2016

Passeio.




Certos momentos desconheço tudo que há em mim. Todas as frases se esvaem e eu fujo por entre meus próprios dedos. Como se eu não mais existisse. 
Com se fosse um outro eu, completamente divergente. 
Na raiva, na tristeza, nas insanidades das noites. 
Eu me desconheço.
Eu me perco. 
E...Então, aqui estou, novamente.
Busco os nós. Os fios soltos. Vou desenrolando os embrulhos
Remonto-me, mesmo que aos frangalhos, e respiro.
Respiro e volto para mim.

Às vezes, é bom sair de si mesmo 


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desculpe, querida

desculpe, querida se minhas palavras são incontidas se meu toque te abomina se o meu sorriso e o meu corpo não são o suficient...