sexta-feira, 3 de junho de 2016

Véus



Confundimos tudo
O riso sempre é escárnio
Toda palavra é um maldizer
Os olhares, estes... Fervem,
De tamanhas maldades.
Estamos tão acostumados com isso!
Ah, é instintivo!
A gentileza...
Nada mais que puro capricho
O cochicho! Só pode ser fuxico.
O silêncio... Este nunca é possível. 
O mundo é envolto em véus,
De todas as cores
Em todas as formas...
Alguns mais espessos que outros
Mais indecifráveis que os outros,
Estamos todos entre estes véus.

Sejamos todos despidos.



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desculpe, querida

desculpe, querida se minhas palavras são incontidas se meu toque te abomina se o meu sorriso e o meu corpo não são o suficient...